Ann Coulter

If Democratas Had Any Brains, They’d Be Republicans


Our Country had just been hit by the greatest terrorist attack in the history of the world. Naturally, liberals immediately turned to the most important business at hand: making sure Ann Coulter didn't hurt terrorists' feelings with harsh language. In liberals' defense, I could hava proposed converting the littel darlings to anything but Christianity __ cannibalism, communism, scrapbooking __ and liberals would not have been so testy.


Nunca tinha ouvido falar de Ann Coulter; comprei este livro pelo título e pela citações da contra-capa. Pelo que pesquisei na internet (bom e ficando velho google) trata-se de uma colunista conservadora, odiada por 10 em cada 10 liberais americanos. Só este fato justifica porque nunca se ouviu falar dela aqui ao sul do equador. Existe uma barreira editorial contra o pensamento conservador americano. Podemos encontrar livros de Michael Moore, Al Gore, Hilary Clinton, Barak Obama, mas não sabemos nem quem são os conservadores! A imagem é que mercado editorial americano só publica livro de autores liberais.


O livro é perfeito para conhecer Ann Coulter, tendo em visto que é sobre ela mesma. A autora separou por assunto várias citações suas de livros anteriores, colunas e entrevistas, mostrando seu ponto de vista sobre quase tudo de relevante nos Estados Unidos.


Fica fácil ver por que é odiada pelos liberais, ela simplesmente não faz concessões. Seu pensamento é claro, incisivo e sem o receio de usar palavras que possam soar ofensivas. Talvez seja o maior mérito deste livro e da própria Coulter, ela simplesmente ignora o politicamente correto e suas amarras de linguagem.


Fala de praticamente tudo. Defende Bush, Reagan (seu ídolo), McCarthy, a Guerra do Iraque, posse de armas, patriotismo e acima de tudo o cristianismo. Condena os Clintons, Kennedy, o partido democrata inteiro, aborto, politicamente correto, ambientalismo, New York Times, imigração, pacifismo e etc.


Agora começo a fazer a diferenciação programática entre os partidos republicano e democrata. Descobri que minha discordância com o primeiro é bastante pontual, como no caso da pena de morte (sou absolutamente contra). No resto estou mais ou menos de acordo. Só não dá para torcer muito por John McCain, considerado meio que um democrata infiltrado. Como diz Ann: entre Obama, Clinton e McCain, não há muita diferença entre quem vai ganhar.


Março, 2007


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